CONTROLE DE PRAGAS URBANAS

Principais enfermidades e prejuízos causados pelas pragas urbanas
 

 

A prevenção e o controle das pragas fazem parte da sanificação de ambientes, sendo indispensáveis para garantir a manutenção da saúde do homem.
As pragas provocam danos ao homem desde os tempos remotos e, durante todo o ano, nossas casas são invadidas, causando um grande incômodo.

 

Essas pragas, que hoje, são tão urbanas quantos nós, estão por toda parte, provocando DOENÇAS e causando PREJUÍZOS.

 

A Checkmate promove e protege a saúde de seus clientes a partir da identificação e controle das pragas associadas à incidência de doenças e prejuízos como:

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Baratas 

 

As baratas estão entre os mais resistentes insetos que existem. Elas são capazes de viver sem água durante um mês, já que absorvem a umidade pelo corpo.  As baratas são capazes até de sobreviver a um desastre atômico, isso é comprovado cientificamente.
As baratas são as maiores transmissoras de doenças. Elas contaminam alimentos e utensílios de cozinha apenas com um simples contato. Foram comprovadas 32 doenças causadas por bactérias, 17 por fungos, 3 por protozoários e 2 por vírus, todas vindas de contatos com baratas.

 

Cupins

Os cupins são capazes de atacar paredes, móveis de madeira, livros, roupas ou qualquer outro objeto que tenha celulose. Nesta época do ano, influenciado pelas condições climáticas, se reproduzem e, com asas, migram para regiões distantes para fundar novas colônias.

 

Não parasitam o ser humano ou qualquer outro animal. Os cupins se alimentam de derivados da celulose.
O controle desses insetos é um desafio de grande complexidade e que já foi alvo de muitas pesquisas para torná-lo mais eficiente. Um dos motivos é que, mesmo que uma colônia tenha sido totalmente eliminada, é provável que, em pouco tempo, outros indivíduos ocupem o espaço e formem uma nova comunidade de cupins. Por isso, a necessidade do constante controle. Hoje em dia, as técnicas são mais eficientes e acabar com uma colônia de cupins não representa uma dor de cabeça tão grande quanto já foi um dia.

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Escorpiões

 

Alimentam-se principalmente de baratas, aranhas e outros insetos, portanto, um ambiente livre destes dificulta a sua presença. O canibalismo é comum, as fêmeas podem comer até mesmo seus filhotes.
Vivem escondidos em locais quentes e com pouca luminosidade. Em ambiente urbano, para onde vão em busca de alimento (principalmente as baratas), eles podem viver sob pedras e troncos, em madeiras, entulhos, em terrenos abandonados ou mal cuidados, em restos de construção, em pilhas de tijolos, telhas, ralos e caixas de passagem.

 

Formigas

 

As colônias podem ser encontradas no solo, em floreiras ou dentro das residências, sob frestas de paredes. Preferem nidificar em ambientes úmidos, como box de chuveiro e sob pias.
Podem ser encontradas tanto dentro quanto fora das construções. Ocupam tanto os locais secos quanto os úmidos. As colônias são encontras sob calçadas, dentro de caixas de registro de água localizadas no chão, em jardins e sob pedras. Qualquer fresta pode servir de abrigo para o ninho.

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Mosquitos

Se reproduzem em recipientes artificiais como vasos de flor, tambores, pneus, latas, calhas e plásticos em geral. Está distribuído por quase todo o mundo, com ocorrência nas regiões tropicais e subtropicais. Está bem adaptado a zonas urbanas, mais precisamente ao domicílio humano, onde consegue reproduzir-se e pôr os seus ovos em pequenas quantidades de água limpa. É considerado vetor de doenças graves como a dengue e a febre amarela e por isso mesmo o controle das suas populações é considerado assunto de saúde pública.

 

A fêmea costuma alimentar-se de sangue, dando preferência ao sangue humano, ao amanhecer ou ao entardecer. Porém, pode também picar à noite sob iluminação artificial.
 

Vivem em ambientes com água limpa, próximos à habitação humana: vasos, latas, garrafas, copos descartáveis, pneus abandonados, tambores, calhas, caixas d’água, piscinas e fundações alagadas de construções, valas de drenagem, lagos e lagoas, remansos de cursos d’água, etc. Vivem, em média, 30 dias.
 

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Roedores

 

São estes os grandes responsáveis por diversos prejuízos à saúde e à economia, contaminando alimentos e ocasionando, inclusive, incêndios ao roerem o isolamento de fios elétricos.
 

A transmissão de microrganismos patogênicos ocorre por meio do contato direto ou indireto do homem com o animal. Estima-se cerca de 40 tipos de doenças transmitidas pelos roedores, como:

 

> Leptospirose > Hantavirose > Sarna
 

Ingerem qualquer tipo de alimento, demonstram preferência por grãos de cereais integrais, mas podem ser atraídos por diferentes tipos de alimentos.
 

Escavam tocas e túneis e habitam, nas cidades, preferencialmente, as redes públicas de esgoto ou outras galerias subterrâneas. Raramente habitam o interior das residências, onde só entram para obter alimentos.